Estatísticas sobre gravidez e natalidade em Portugal

38 dados sobre nascimentos, idade materna, Lisboa, recém-nascidos, partos e cuidados obstétricos. Última atualização: abril de 2026.
Portugal e Lisboa
Dados 2024-2026

87.708

recém-nascidos rastreados em 2025

INSA, 2026

84.642

nados-vivos de mães residentes em 2024

INE, 2025

30,7

anos de idade média no primeiro filho

INE, 2025

38,0%

cesarianas nos partos analisados

ERS, 2022-2023

Em 2025, 87.708 recém-nascidos foram rastreados no Programa Nacional de Rastreio Neonatal em Portugal, mais 3.077 do que em 2024. Este é um dos sinais mais recentes de recuperação do número de nascimentos registados no país, embora a contagem oficial anual de nados-vivos por residência da mãe ainda tenha 2024 como último ano fechado nas Estatísticas Vitais do INE.

Em 2024, nasceram 84.642 nados-vivos de mães residentes em Portugal, menos 1,2% do que em 2023, e o índice sintético de fecundidade ficou em 1,40 filhos por mulher. A idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho foi 30,7 anos, e cerca de um terço dos nascimentos ocorreu em mães nascidas no estrangeiro.

Este artigo reúne dados oficiais sobre gravidez, natalidade, partos, idade materna, Lisboa, recém-nascidos e cuidados obstétricos. As fontes principais são INE, INSA, Eurostat, DGS, SNS, ERS e legislação portuguesa recente.

Dados rápidos

Gravidez e natalidade em números

1

87.708 recém-nascidos foram rastreados em Portugal em 2025 no Programa Nacional de Rastreio Neonatal - INSA, 2026.

2

21.813 recém-nascidos foram rastreados no primeiro trimestre de 2026, mais 1.031 do que no mesmo período de 2025 - INSA, 2026.

3

84.642 nados-vivos nasceram de mães residentes em Portugal em 2024, menos 1,2% do que em 2023 - INE, 2025.

4

7,9 nados-vivos por 1.000 habitantes foi a taxa bruta de natalidade em Portugal em 2024 - INE, 2025.

5

1,40 filhos por mulher foi o índice sintético de fecundidade em Portugal em 2024 - INE, 2025.

6

30,7 anos foi a idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho em 2024 - INE, 2025.

7

32,0% dos nascimentos em 2024 ocorreram em mães com 35 ou mais anos - INE, 2025.

8

33,0% dos bebés nascidos em Portugal em 2024 tiveram mães nascidas no estrangeiro - INE, 2025.

9

54,6% dos nascimentos em Portugal em 2024 foram de primeiros filhos, acima da média da União Europeia, de 46,6% - Eurostat, 2026.

10

38,0% dos partos analisados pela ERS em 2022-2023 terminaram em cesariana, com diferença marcada entre setor público e não público - ERS.

Principais conclusões

O que fica da leitura dos dados

87.708 recém-nascidos rastreados em 2025 indicam subida face a 2024, mas este indicador mede rastreio neonatal, não substitui a série oficial de nados-vivos do INE.

84.642 nados-vivos em 2024 confirmam que a natalidade portuguesa continuou baixa no último ano fechado das Estatísticas Vitais.

1,40 filhos por mulher em 2024 coloca Portugal ligeiramente acima da média da UE de 1,34, mas abaixo do nível de substituição geracional de cerca de 2,1 filhos por mulher.

30,7 anos no primeiro filho mostra que a maternidade em Portugal continua concentrada em idades mais tardias do que a média europeia.

32,0% dos nascimentos em mães com 35 ou mais anos reforçam a importância de vigilância pré-concecional e obstétrica adequada, sem transformar a idade num diagnóstico.

33,0% dos nascimentos em mães nascidas no estrangeiro mostram que a imigração tem peso crescente na natalidade portuguesa.

47,8% dos nascimentos na Grande Lisboa foram de mães nascidas no estrangeiro, acima da média nacional.

84.059 partos em Portugal em 2024 mostram uma ligeira redução face a 2023; a maioria ocorreu em ambiente hospitalar.

38,0% de cesarianas em 2022-2023 é um dado relevante para análise de sistema, mas a decisão clínica deve depender da situação individual da mãe e do bebé.

99,5% de cobertura do rastreio neonatal confirma a elevada cobertura do teste do pezinho em Portugal.

1. Natalidade e fecundidade

O que mostram os dados mais recentes

Portugal mantém uma natalidade baixa, mas os dados mais recentes do rastreio neonatal sugerem recuperação em 2025 e no início de 2026. A leitura correta exige separar três indicadores: nados-vivos do INE, recém-nascidos rastreados pelo INSA e registos mensais preliminares.

O INE é a fonte principal para Estatísticas Vitais fechadas; o INSA é muito útil para acompanhar a tendência recente, porque o rastreio neonatal tem cobertura estimada de 99,5%.

Evolução recente

Nados-vivos INE, 2024

84.642

PNRN INSA, 2025

87.708

PNRN 1.º trim., 2026

21.813

Nota metodológica: as séries INE e INSA são úteis, mas medem coisas diferentes.

MétricaValorGeografiaAnoFonte
Recém-nascidos rastreados no PNRN87.708Portugal2025INSA
Variação do PNRN face a 2024+3.077 rastreiosPortugal2025INSA
Recém-nascidos rastreados no 1.º trimestre21.813Portugal2026INSA
Variação no 1.º trimestre face a 2025+1.031 rastreiosPortugal2026INSA
Nados-vivos de mães residentes84.642Portugal2024INE
Taxa bruta de natalidade7,9 por 1.000 habitantesPortugal2024INE
Índice sintético de fecundidade1,40 filhos por mulherPortugal2024INE
Saldo natural-33.732Portugal2024INE

Nota: “nados-vivos” são bebés que nascem com sinais de vida. “Índice sintético de fecundidade” estima o número médio de filhos por mulher, mantendo as taxas de fecundidade observadas nesse ano.

2. Portugal vs Europa

Fecundidade baixa, maternidade tardia e mais primeiros filhos

Portugal não é um caso isolado. A União Europeia registou 3,55 milhões de bebés em 2024 e um índice sintético de fecundidade de 1,34 filhos por mulher, o valor mais baixo da série desde 2001 segundo o Eurostat.

Portugal ficou ligeiramente acima da média europeia em fecundidade, mas também acima na idade ao primeiro filho e na proporção de primeiros nascimentos.

Fecundidade e primeiros filhos

Filhos por mulher

Portugal 1.40
União Europeia 1.34
Substituição geracional 2.10

Primeiros filhos

Portugal 54.6%
União Europeia 46.6%
MétricaValorGeografiaAnoFonte
Índice sintético de fecundidadePortugal: 1,40 / UE: 1,34Portugal / União Europeia2024INE / Eurostat
Taxa bruta de natalidadePortugal: 7,9 por 1.000 / UE: 7,9 por 1.000Portugal / União Europeia2024INE / Eurostat
Idade média ao primeiro filhoPortugal: 30,7 anos / UE: 29,9 anosPortugal / União Europeia2024INE / Eurostat
Percentagem de primeiros filhosPortugal: 54,6% / UE: 46,6%Portugal / União Europeia2024Eurostat
Mães nascidas no estrangeiroPortugal: 33,0% / UE: 24,0%Portugal / União Europeia2024INE / Eurostat
Nascimentos totaisPortugal: 84.642 / UE: 3,55 milhõesPortugal / União Europeia2024INE / Eurostat

Nota: o nível de substituição geracional é frequentemente aproximado a 2,1 filhos por mulher em países de baixa mortalidade. Nem Portugal nem a União Europeia estão próximos desse valor.

3. Idade materna e primeiro filho

A maternidade acontece mais tarde

A maternidade em Portugal concentra-se em idades mais avançadas do que no passado. Em 2024, a idade média ao primeiro filho foi 30,7 anos, e 32,0% dos nascimentos ocorreram em mães com 35 ou mais anos.

Isto não significa que uma gravidez depois dos 35 anos seja automaticamente problemática, mas justifica planeamento e vigilância ajustados ao contexto individual.

Para quem está a planear gravidez ou já está grávida, pode ser útil uma consulta de obstetrícia em Lisboa, sobretudo quando existem dúvidas, antecedentes clínicos, gravidez anterior com complicações ou fatores de risco.

MétricaValorGeografiaAnoFonte
Idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho30,7 anosPortugal2024INE
Idade média da mãe ao nascimento de um filho32,1 anosPortugal2024INE
Nascimentos em mães dos 20 aos 34 anos66,2%Portugal2024INE
Nascimentos em mães com 35 ou mais anos32,0%Portugal2024INE
Nascimentos em mães com menos de 20 anos1,8%Portugal2024INE
Partos em mulheres dos 25 aos 39 anosCerca de 80%Portugal2024INE
Partos em mulheres dos 45 aos 49 anos560Portugal2024INE
Partos em mulheres com 50 ou mais anos49Portugal2024INE

Nota: a idade é apenas um fator. A avaliação obstétrica considera história clínica, antecedentes familiares, saúde materna, evolução da gravidez e exames adequados ao caso.

4. Lisboa e regiões

Imigração, saldo natural e diferenças regionais

Lisboa é uma das áreas onde a dinâmica demográfica mais se distingue da média nacional. A Grande Lisboa teve saldo natural positivo em 2024, ao contrário do país no seu conjunto, e apresentou uma percentagem elevada de nascimentos de mães nascidas no estrangeiro.

Estes dados ajudam a perceber porque a procura por cuidados de gravidez, obstetrícia, ecografia e acompanhamento pós-parto pode ser diferente numa cidade como Lisboa.

Mães nascidas no estrangeiro

Portugal 33%
Grande Lisboa 47.8%
Península de Setúbal 46.9%
Algarve 46.6%
MétricaValorGeografiaAnoFonte
Saldo natural+929Grande Lisboa2024INE
Variação dos nascimentos+0,9%Grande Lisboa2024INE
Nascimentos de mães nascidas no estrangeiro47,8%Grande Lisboa2024INE
Nascimentos de mães nascidas no estrangeiro46,9%Península de Setúbal2024INE
Nascimentos de mães nascidas no estrangeiro46,6%Algarve2024INE
Recém-nascidos rastreados no distrito26.595Distrito de Lisboa2025INSA
Recém-nascidos rastreados no 1.º trimestre6.594Distrito de Lisboa2026INSA
Percentagem dos partos nacionais25,6%Grande Lisboa2024INE

Nota metodológica: “mães nascidas no estrangeiro” e “mães de nacionalidade estrangeira” não são o mesmo indicador. O primeiro mede país de nascimento; o segundo mede nacionalidade.

5. Partos e cesarianas

Local de nascimento e diferenças por setor

Em 2024, Portugal registou 84.059 partos, menos 1.059 do que em 2023. A maioria ocorreu em ambiente hospitalar.

Os dados da ERS mostram diferenças expressivas na proporção de cesarianas entre o setor público e o setor não público nos anos de 2022-2023, os dados mais recentes disponíveis para essa monitorização nacional.

A cesariana pode ser necessária e segura quando há indicação clínica. Estes números servem para análise populacional e organização de cuidados, não para decidir o tipo de parto de uma grávida sem avaliação individual.

Cesarianas por setor

Total 38%
Setor público 31.9%
Setor não público 64.8%
MétricaValorGeografiaAnoFonte
Partos registados84.059Portugal2024INE
Variação face a 2023-1.059 partosPortugal2024INE
Partos hospitalares82.911Portugal2024INE
Partos no domicílio841Portugal2024INE
Partos noutro local307Portugal2024INE
Partos assistidos por médico71,3%Portugal2024INE
Partos assistidos por enfermeiro especialista27,9%Portugal2024INE
Cesarianas no total de partos analisados38,0%Portugal continental2022-2023ERS
Cesarianas no setor público31,9%Portugal continental2022-2023ERS
Cesarianas no setor não público64,8%Portugal continental2022-2023ERS

Próximo passo informativo

A preparação para o parto pode ajudar a compreender sinais de trabalho de parto, aleitamento, recuperação pós-parto e cuidados ao recém-nascido.

Ver preparação

6. Vigilância e recém-nascido

Consulta, sinais de alerta e teste do pezinho

A vigilância da gravidez combina acompanhamento clínico, avaliação de risco e orientação sobre quando procurar cuidados. A DGS recomenda que a avaliação do risco seja feita na primeira consulta e reavaliada ao longo da gravidez.

Desde 1 de junho de 2024, a Linha SNS Grávida funciona através do SNS24, no 808 24 24 24, para orientar grávidas para a resposta mais adequada em situações de urgência obstétrica.

Primeira consulta

até cerca das 10 semanas

A avaliação de risco deve começar cedo e ser reavaliada ao longo da gravidez.

Linha SNS Grávida

808 24 24 24

Desde 1 de junho de 2024, funciona através do SNS24 para orientação em urgência obstétrica.

Teste do pezinho

99,5% de cobertura

O rastreio neonatal é recomendado entre o 3.º e o 6.º dia de vida.

MétricaValorGeografiaAnoFonte
Primeira consulta de gravidez recomendadaAté 9 semanas e 6 dias / cerca de 10 semanasPortugal2023-2026DGS / SNS
Consulta pré-concecionalPrazo máximo de 90 diasPortugal2026Diário da República
Linha SNS Grávida808 24 24 24PortugalDesde 2024SNS
Cobertura estimada do rastreio neonatal99,5%Portugal2025INSA
Momento recomendado para o teste do pezinhoEntre o 3.º e o 6.º dia de vidaPortugal2026INSA
Doenças rastreadas no PNRN29Portugal2025-2026INSA
Casos diagnosticados pelo PNRN147Portugal2025INSA
Recém-nascidos rastreados desde 19794.396.889PortugalAté 2025INSA
Mortalidade infantil3,0 por 1.000 nados-vivosPortugal2024DGS
Mortalidade infantil no triénio2,8 por 1.000 nados-vivosPortugal2022-2024DGS

Em caso de dor intensa, hemorragia, perda de líquido, diminuição dos movimentos fetais, febre persistente, falta de ar, convulsões ou sensação de emergência, deve ser procurada avaliação urgente.

Tabela-resumo

Gravidez e natalidade em Portugal em números

MétricaValorGeografiaAnoFonte
Recém-nascidos rastreados no PNRN87.708Portugal2025INSA
Recém-nascidos rastreados no 1.º trimestre21.813Portugal2026INSA
Recém-nascidos rastreados no distrito26.595Distrito de Lisboa2025INSA
Nados-vivos de mães residentes84.642Portugal2024INE
Taxa bruta de natalidade7,9 por 1.000 habitantesPortugal2024INE
Índice sintético de fecundidade1,40 filhos por mulherPortugal2024INE
Saldo natural-33.732Portugal2024INE
Idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho30,7 anosPortugal2024INE
Idade média da mãe ao nascimento de um filho32,1 anosPortugal2024INE
Nascimentos em mães dos 20 aos 34 anos66,2%Portugal2024INE
Nascimentos em mães com 35 ou mais anos32,0%Portugal2024INE
Nascimentos em mães com menos de 20 anos1,8%Portugal2024INE
Nascimentos de mães nascidas no estrangeiro33,0%Portugal2024INE / Eurostat
Nascimentos de mães nascidas no estrangeiro47,8%Grande Lisboa2024INE
Saldo natural+929Grande Lisboa2024INE
Primeiros filhos54,6% dos nascimentosPortugal2024Eurostat
Índice sintético de fecundidade1,34 filhos por mulherUnião Europeia2024Eurostat
Partos registados84.059Portugal2024INE
Cesarianas no total de partos analisados38,0%Portugal continental2022-2023ERS
Cobertura estimada do rastreio neonatal99,5%Portugal2025INSA

O que estes dados significam para quem vive em Lisboa

Os dados mostram que Lisboa tem uma dinâmica própria: maior peso de mães nascidas no estrangeiro, saldo natural positivo na Grande Lisboa e elevado volume de recém-nascidos rastreados no distrito.

Isto não significa que a gravidez em Lisboa seja “mais arriscada”, mas mostra que os serviços de saúde precisam de responder a uma população diversa, com percursos clínicos, línguas, antecedentes e necessidades diferentes.

Para uma grávida ou casal em Lisboa, pode fazer sentido procurar avaliação médica quando há sintomas, dúvidas sobre a evolução da gravidez, antecedentes de perda gestacional, doença crónica, gravidez múltipla, idade materna avançada, alterações em exames ou necessidade de planear o parto.

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas sobre os dados

Qual é a taxa de natalidade em Portugal?

Em 2024, a taxa bruta de natalidade em Portugal foi de 7,9 nados-vivos por 1.000 habitantes, segundo o INE.

Quantos bebés nasceram em Portugal?

No último ano fechado das Estatísticas Vitais, 2024, nasceram 84.642 nados-vivos de mães residentes em Portugal. Em 2025, o INSA rastreou 87.708 recém-nascidos no Programa Nacional de Rastreio Neonatal, indicador muito próximo da evolução dos nascimentos, mas metodologicamente diferente.

Qual é a idade média da mãe ao primeiro filho em Portugal?

Em 2024, a idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho foi 30,7 anos.

Há dados sobre gravidez e natalidade em Lisboa?

Sim. Em 2024, a Grande Lisboa teve saldo natural positivo de 929 pessoas e 47,8% dos nascimentos foram de mães nascidas no estrangeiro. Em 2025, o distrito de Lisboa registou 26.595 recém-nascidos rastreados no Programa Nacional de Rastreio Neonatal.

Portugal tem menos filhos do que a média europeia?

Não em 2024. Portugal teve um índice sintético de fecundidade de 1,40 filhos por mulher, ligeiramente acima da média da União Europeia, de 1,34. Ambos os valores continuam baixos.

Quando devo procurar ajuda médica durante a gravidez?

Deves procurar avaliação médica se tiveres sintomas novos ou preocupantes, dor intensa, hemorragia, perda de líquido, febre persistente, falta de ar, diminuição dos movimentos fetais ou sensação de urgência. Em Portugal, a Linha SNS Grávida funciona através do SNS24, no 808 24 24 24.

Que especialista acompanha a gravidez?

A gravidez pode ser acompanhada por médicos de família, enfermeiros especialistas em saúde materna e obstétrica e obstetras, dependendo do risco, fase da gravidez e organização local dos cuidados. A DGS recomenda avaliação de risco desde a primeira consulta e reavaliação ao longo da gravidez.

Onde marcar consulta de obstetrícia em Lisboa?

Quem procura acompanhamento privado em Lisboa pode consultar a página de consulta de obstetrícia no Parque das Nações da Clínica Matriz. Em situações urgentes, deve ser usado o circuito adequado, incluindo SNS24, Linha SNS Grávida, urgência ou emergência.

Metodologia

Como os dados foram selecionados

A pesquisa foi feita em abril de 2026, com prioridade a fontes primárias e institucionais. Foram consultadas fontes do INE, INSA, Eurostat, DGS, SNS, ERS, Diário da República, PORDATA e páginas públicas da Clínica Matriz.

Foram incluídas estatísticas quando existia fonte institucional, metodologia clara ou correspondência com bases de dados públicas. Foram excluídos números sem fonte primária, listas SEO sem metodologia, fóruns, redes sociais e artigos de clínicas concorrentes a citar outras clínicas.

Quando existiam diferenças entre indicadores, a fonte e a métrica foram preservadas. “Nados-vivos de mães residentes” do INE não é igual a “recém-nascidos rastreados” pelo INSA; ambos são úteis, mas não devem ser misturados sem nota metodológica.

Dados com mais de três anos foram usados apenas quando eram os dados mais recentes disponíveis para essa dimensão específica, como a monitorização da atividade obstétrica da ERS em 2022-2023.

Última atualização: abril de 2026.

Fontes consultadas

Fontes institucionais e páginas internas

Nota médica

Este artigo é informativo e não substitui avaliação médica individualizada. Se tens sintomas, dúvidas ou fatores de risco, procura orientação de um profissional de saúde.

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