Ecografia Obstétrica

Ecografia obstétrica em Lisboa na Clínica Matriz: do 1.º trimestre à morfológica e 3.º trimestre, com explicação simples do que esperar no exame.

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Ginecologistas-Obstetras na Clínica Matriz em Lisboa

Ecografia obstétrica no início da gravidez com embrião visível
Ecografia obstétrica no início da gravidez, com o saco gestacional e o embrião visíveis.
Ecografia obstétrica 2D com feto em perfil no 1º trimestre
Ecografia obstétrica do 1.º trimestre, com o feto em perfil.
Ecografia obstétrica com Doppler para avaliação do fluxo sanguíneo
Ecografia obstétrica com Doppler (avaliação do fluxo sanguíneo)

Se estás grávida e queres acompanhar o desenvolvimento do teu bebé com tranquilidade, a ecografia obstétrica em Lisboa é um dos exames mais importantes ao longo da gestação. Para além de ajudar a confirmar que está tudo a evoluir como esperado, dá-te informação clínica útil — e, muitas vezes, um momento emocional marcante ao veres o teu bebé.

Na Clínica Matriz em Lisboa, encontras um acompanhamento humanizado e personalizado, com tempo para esclarecer dúvidas e orientar os próximos passos.

O que é uma ecografia obstétrica?

A ecografia obstétrica é um exame de imagem que utiliza ultrassons (ondas sonoras de alta frequência) para visualizar a gravidez e avaliar o bem-estar materno-fetal. É um exame não invasivo, habitualmente indolor, e pode ser realizado por via:

  • Transvaginal, mais frequente no início da gravidez (quando é preciso ver estruturas muito pequenas com maior detalhe);
  • Abdominal, mais comum a partir do final do 1.º trimestre e nos trimestres seguintes.

O objetivo é obter informação clínica sobre a gravidez — idade gestacional, desenvolvimento fetal, anatomia, placenta e líquido amniótico — e, quando indicado, apoiar a avaliação do risco de algumas situações que podem precisar de vigilância mais próxima.

Tipos de ecografia obstétrica ao longo da gravidez (por semanas)

De forma geral, existem momentos da gestação em que a ecografia tem objetivos diferentes. Estes intervalos podem variar (e nem todas as grávidas fazem exatamente as mesmas ecografias), mas aqui fica um guia prático:

6–10 semanas: ecografia obstétrica precoce (avaliação inicial)

Pode ajudar a:

  • confirmar se a gravidez é intrauterina;
  • avaliar viabilidade (por exemplo, batimento cardíaco, quando já é expectável);
  • estimar a idade gestacional e apoiar a definição da data provável do parto;
  • identificar gestação única ou múltipla.

É também uma ecografia frequentemente pedida quando há dor, hemorragia, ou quando a datação é incerta.

11–14 semanas: ecografia do 1.º trimestre (rastreio ecográfico)

Pode incluir a avaliação de marcadores ecográficos utilizados no rastreio do 1.º trimestre, de acordo com a indicação médica e os protocolos aplicáveis. Em termos gerais, esta fase permite:

  • confirmar crescimento e vitalidade;
  • datar com maior precisão;
  • avaliar alguns marcadores associados ao risco de anomalias cromossómicas;
  • detetar, em alguns casos, anomalias estruturais graves (nem sempre visíveis tão cedo).

Em muitas situações, esta ecografia integra-se no chamado rastreio pré-natal combinado (quando é associada a análises sanguíneas maternas), mas a necessidade e a forma de rastreio devem ser decididas contigo, de forma informada.

20–24 semanas: ecografia morfológica (2.º trimestre)

É uma das ecografias mais importantes, porque permite uma avaliação mais detalhada da anatomia fetal. Habitualmente inclui observação de estruturas como:

  • cabeça e sistema nervoso central,
  • face,
  • coração,
  • coluna,
  • abdómen e órgãos abdominais,
  • rins e bexiga,
  • membros,
  • placenta e líquido amniótico.

O objetivo é detetar (ou excluir) alterações estruturais e confirmar que o crescimento está adequado para a idade gestacional.

28–34 semanas (ou mais tarde, conforme indicação): ecografia do 3.º trimestre

Nesta fase, é comum avaliar:

  • crescimento fetal e estimativa de peso (com a ressalva de que é uma estimativa);
  • posição do bebé e localização da placenta;
  • líquido amniótico;
  • sinais que possam justificar vigilância adicional.

Quando há indicação clínica, pode associar-se o estudo com Doppler/fluxometria, que avalia fluxos sanguíneos e ajuda na vigilância do bem-estar fetal em contextos específicos.

Ecografia 3D/4D: quando pode fazer sentido

A ecografia 3D/4D pode permitir visualizar contornos e superfícies com outro detalhe. Em termos clínicos, pode ser usada como complemento em situações selecionadas, mas a sua utilidade depende do objetivo, da posição fetal e de outros fatores (como a quantidade de líquido amniótico).

O que podes esperar no exame

Numa ecografia obstétrica, o profissional vai observar imagens em tempo real e fazer medições apropriadas à tua fase de gestação. Em termos gerais, pode acontecer:

  • explicação do objetivo da ecografia e do que é possível avaliar naquela semana;
  • visualização do bebé (ou do saco gestacional nas fases iniciais);
  • registo de medições e observações relevantes;
  • esclarecimento das tuas dúvidas, com linguagem simples.

Os resultados e a necessidade de exames complementares podem variar. Em alguns casos, certas estruturas não ficam bem visíveis por fatores normais (posição do bebé, idade gestacional, características maternas, entre outros) e pode ser sugerida reavaliação.

Como te preparar para a ecografia (dicas úteis)

A preparação depende do tipo de ecografia e da tua fase da gravidez. Como orientação geral:

  • leva a informação clínica que tiveres (resultados anteriores, datas e relatórios);
  • aponta dúvidas num bloco de notas — é fácil esqueceres-te no momento;
  • segue as instruções que te forem dadas no agendamento (por exemplo, sobre bexiga mais cheia ou não).

Se não tiveres a certeza, pergunta antes — assim chegas mais tranquila.

Acompanhamento integrado na gravidez

A ecografia é uma peça do puzzle. O acompanhamento pode articula-se com a consulta de obstetrícia e outras áreas, num modelo integrado e centrado em ti. O objetivo é que tenhas um percurso coerente: avaliação, explicação e plano — sem te sentires “a navegar sozinha” entre exames.

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Perguntas frequentes

A ecografia obstétrica é segura?

De forma geral, sim. A ecografia utiliza ultrassons e é amplamente usada na vigilância da gravidez. A indicação e a frequência devem ser ajustadas ao teu caso, com orientação médica.

A ecografia dói?

Habitualmente não. Podes sentir algum desconforto ligeiro (por exemplo, pela pressão do transdutor abdominal, ou por via transvaginal nas fases iniciais), mas é, em regra, bem tolerado.

Quando se consegue saber o sexo do bebé?

Em muitas situações, pode ser possível a partir de determinada fase, mas depende da idade gestacional e da posição do bebé no momento do exame. Se isso for importante para ti, diz durante a ecografia.

E se não der para ver bem?

Pode acontecer. A posição fetal, o líquido amniótico e outros fatores podem limitar a visualização. Nesses casos, pode ser sugerida reavaliação noutra data.

Quando é que devo fazer a ecografia morfológica?

Habitualmente é realizada no 2.º trimestre, muitas vezes entre as 20 e as 24 semanas. A indicação exata deve ser confirmada pelo teu médico, conforme a tua evolução.