Teste Serene (NIPT)

Teste Serene em Lisboa: rastreio pré-natal não invasivo (NIPT) a partir das 10 semanas, com análise de ADN fetal no sangue materno e possibilidade de painel alargado Serene Plus.
Parque das Nações, Lisboa

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Se estás grávida e ponderas fazer o teste Serene em Lisboa, este exame pode ajudar a avaliar o risco de algumas alterações cromossómicas através de uma colheita de sangue materno, sem aumentar o risco da gravidez. Na Clínica Matriz, o objetivo não é apenas pedir o exame: é perceber se faz sentido no teu caso, explicar o que pode esclarecer e enquadrar o resultado no acompanhamento obstétrico.

O que é o teste Serene?

O Serene é um rastreio pré-natal não invasivo (NIPT) que analisa fragmentos de ADN fetal livre (cfDNA) presentes no sangue materno. É um exame de rastreio, não de diagnóstico. Isso significa que ajuda a estimar o risco de determinadas alterações cromossómicas, mas não substitui exames diagnósticos como a amniocentese ou a biópsia das vilosidades coriónicas quando há indicação para confirmação.

Em termos práticos, o teste pode acrescentar informação útil quando procuras uma avaliação mais precoce e mais específica do risco fetal, sempre integrada com a consulta de obstetrícia e, quando indicado, com a ecografia obstétrica.

Gravidez acompanhada em consulta de obstetrícia na Clínica Matriz
O teste Serene pode integrar o acompanhamento obstétrico quando faz sentido esclarecer o risco de algumas alterações cromossómicas.

O que o Serene pode avaliar

De forma geral, o teste Serene pode avaliar o risco das principais trissomias fetais, nomeadamente:

  • Trissomia 21 (síndrome de Down)
  • Trissomia 18 (síndrome de Edwards)
  • Trissomia 13 (síndrome de Patau)

O painel base pode também incluir avaliação de aneuploidias dos cromossomas sexuais e, em alguns contextos, a determinação do sexo fetal. Em função da situação clínica e do tipo de rastreio pretendido, pode ainda ser ponderado o Serene Plus, que alarga a análise a determinadas microdeleções e microduplicações.

É importante ter uma expectativa correta: o Serene não deteta todas as alterações genéticas nem substitui a avaliação ecográfica da anatomia fetal. O exame deve ser lido no contexto da gravidez como um todo, e não como resposta isolada a todas as dúvidas.

Quando pode fazer sentido fazer o Serene

O teste pode ser ponderado em diferentes contextos de gravidez, sobretudo quando a grávida pretende uma avaliação adicional do risco cromossómico fetal ou quando existem fatores que justificam vigilância mais dirigida.

Pode fazer sentido, por exemplo, quando há:

  • idade materna mais avançada;
  • resultados duvidosos ou intermédios noutros rastreios;
  • antecedentes familiares ou obstétricos relevantes;
  • necessidade de complementar a informação ecográfica e clínica;
  • desejo de uma avaliação mais precoce e não invasiva.

Em algumas gravidezes gemelares, o exame também pode ser possível, embora com limitações próprias que devem ser explicadas antes da colheita. O mesmo se aplica a contextos como gravidez por FIV ou ovodoação, em que a decisão deve ser sempre enquadrada na história clínica.

Como é feito o exame

O Serene é feito através de uma colheita de sangue materno. Não requer jejum nem preparação complexa e pode ser realizado a partir das 10 semanas de gestação.

Depois da colheita, a amostra segue para análise laboratorial. O prazo de resultado pode variar com o circuito laboratorial, mas é habitual que fique disponível em cerca de 7 a 10 dias úteis.

Como interpretar o resultado

Um resultado de baixo risco pode ser tranquilizador, mas não exclui todas as situações possíveis. Um resultado de alto risco não significa, por si só, diagnóstico confirmado. Nestes casos, a interpretação deve ser feita pelo médico assistente e pode justificar exames diagnósticos adicionais.

Se estiver a ser ponderado um painel mais alargado, como o Serene Plus, também é importante perceber o que esse alargamento pode acrescentar ao teu caso e o que não substitui.

O mais importante é que o resultado do Serene entre num percurso claro: exame, explicação, contexto clínico e próximo passo definido.

Teste Serene na Clínica Matriz em Lisboa

Na Clínica Matriz, o teste Serene pode integrar um acompanhamento obstétrico com tempo para esclarecer dúvidas e enquadrar as decisões. Se estás a tentar perceber se este rastreio faz sentido na tua gravidez, a consulta ajuda-te a decidir com mais clareza o que pedir, quando pedir e como interpretar depois o resultado.

Perguntas frequentes

O Serene substitui a amniocentese?

Não. O Serene é um teste de rastreio e não um exame de diagnóstico. Se o resultado mostrar risco aumentado, pode ser necessário confirmar com um exame diagnóstico invasivo, de acordo com a orientação médica.

A partir de que semana posso fazer o teste?

De forma geral, o Serene pode ser realizado a partir das 10 semanas de gestação.

É preciso estar em jejum?

Não. Habitualmente não é necessário jejum nem preparação especial para a colheita.

Qual é a diferença entre Serene e Serene Plus?

O painel base avalia sobretudo o risco das principais trissomias e, consoante a opção pedida, alterações dos cromossomas sexuais e sexo fetal. O Serene Plus pode alargar o rastreio a determinadas microdeleções e microduplicações. A escolha deve ser feita com orientação clínica.

O Serene deteta todas as alterações genéticas?

Não. O exame avalia grupos específicos de alterações cromossómicas e não substitui outros exames quando há suspeitas dirigidas ou necessidade de diagnóstico.

Quanto tempo demoram os resultados?

O prazo pode variar com o circuito laboratorial, mas habitualmente os resultados ficam disponíveis em cerca de 7 a 10 dias úteis.

O teste pode ser feito em gravidez gemelar?

Em alguns casos, sim, mas com limitações próprias. O melhor é confirmar essa indicação na consulta antes de avançar para a colheita.
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