Consulta de Osteopatia Pediátrica

Osteopatia Pediátrica em Lisboa: consulta para recém-nascidos e crianças com abordagem suave e não invasiva. Ajuda em cólicas, refluxo, torcicolo e plagiocefalia.

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Gabinete de consulta de pediatria
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Espaço infantil para brincadeira na sala de espera
Espaço infantil para brincadeira na sala de espera

A consulta de osteopatia pediátrica é um acompanhamento especializado dirigido a bebés, recém-nascidos e crianças, com o objetivo de promover conforto, equilíbrio corporal e um desenvolvimento harmonioso.

Durante a gravidez e o nascimento, o corpo do bebé é sujeito a adaptações intensas. Em algumas situações, estas adaptações podem associar-se a tensões no sistema músculo-esquelético, que se manifestam através de desconforto, assimetrias ou dificuldades funcionais nos primeiros meses de vida.

A osteopatia para bebés baseia-se numa avaliação global e num tratamento manual muito suave, não invasivo, adequado à fragilidade e às necessidades específicas do recém-nascido. O foco está na mobilidade dos tecidos, na relação entre estruturas e na capacidade natural de adaptação do corpo.

Quando pode ser útil no bebé e recém-nascido?

A osteopatia pediátrica pode ser considerada, entre outras situações, em casos de:

  • Torcicolo congénito ou preferência persistente por um lado
  • Cólicas do bebé e desconforto abdominal
  • Plagiocefalia (achatamento ou assimetria da cabeça)
  • Refluxo do bebé
  • Dificuldades na amamentação, sucção ou coordenação
  • Obstipação funcional
  • Alterações do sono ou irritabilidade frequente

Osteopatia infantil e em crianças mais crescidas

A osteopatia infantil não se limita aos primeiros meses de vida. Em crianças mais crescidas, pode integrar-se no acompanhamento de situações como:

  • Otites recorrentes, sobretudo quando repetidas do mesmo lado
  • Dificuldades na fala ou articulação
  • Alterações posturais, da marcha ou escoliose
  • Assimetrias corporais ou compensações musculares persistentes

Cada consulta de osteopatia pediátrica é individualizada, respeitando o estágio de desenvolvimento da criança e articulando-se, sempre que necessário, com outros profissionais de saúde.

Perguntas frequentes

Quando deve um bebé ir ao osteopata?

Um bebé pode ser avaliado em osteopatia pediátrica quando há sinais persistentes de desconforto ou assimetrias que preocupam a família. Algumas situações em que os pais frequentemente procuram uma consulta de osteopatia para bebés incluem preferência marcada por virar a cabeça para um lado (suspeita de torcicolo), plagiocefalia (assimetrias cranianas), choro difícil de consolar, cólicas do bebé, regurgitação/refluxo funcional, obstipação funcional e dificuldades na amamentação (pega, sucção, fadiga). A osteopatia infantil usa uma abordagem manual suave e adaptada à idade, após avaliação individual. Não substitui a avaliação médica: se existir febre, vómitos persistentes, sangue nas fezes, perda de peso, apatia ou dificuldade respiratória, o primeiro passo deve ser o pediatra ou urgência.

O que é a osteopatia infantil?

A osteopatia infantil (ou osteopatia pediátrica) é uma abordagem de avaliação e técnicas manuais suaves aplicada a bebés, recém-nascidos e crianças. Numa consulta de osteopatia pediátrica, o profissional avalia o corpo de forma global, observando mobilidade, tensões musculares e padrões de movimento, e procura identificar restrições que possam estar associadas a desconforto, assimetrias ou limitações funcionais. As técnicas são adaptadas à idade e à fase de desenvolvimento, e a intervenção é sempre individualizada. Muitas famílias procuram osteopatia para bebés em contextos como torcicolo, plagiocefalia, refluxo do bebé, cólicas ou dificuldades na amamentação, mas a decisão deve ser baseada numa avaliação clínica e numa discussão clara sobre objetivos e limites. Sempre que necessário, articula-se com pediatria e outras áreas.

Quanto custa uma consulta de osteopatia? (resposta: etc etc contacta-nos etc etc, não dês valores específicos)

O valor de uma consulta de osteopatia pode variar consoante o tipo de consulta (osteopatia pediátrica, osteopatia infantil ou osteopatia para adultos), se é uma primeira avaliação ou uma sessão de seguimento, e a complexidade do motivo de consulta. Em vez de indicar preços genéricos, o mais correto é confirmarmos consigo qual a consulta de osteopatia pretendida e explicar o que está incluído (por exemplo, tempo de avaliação, reavaliação e plano de acompanhamento). Para obter o preço atualizado e a disponibilidade, contacte-nos diretamente. Assim garantimos informação clara e adequada ao seu caso, sem suposições. Se tiver seguro, subsistema ou acordo, diga-nos qual para verificarmos se existe alguma condição aplicável (quando aplicável) e quais as regras de utilização.

O que é osteopatia e para que serve?

A osteopatia é uma abordagem centrada na avaliação e no tratamento manual, procurando compreender como a mobilidade de articulações, músculos e tecidos pode relacionar-se com sintomas e função no dia a dia. Na consulta, o profissional avalia o corpo de forma integrada e, quando indicado, utiliza técnicas manuais para trabalhar tensões e restrições de mobilidade. O objetivo é apoiar o conforto e a funcionalidade, com um plano ajustado à pessoa e ao contexto (incluindo osteopatia pediátrica para bebés e crianças). É importante manter expectativas realistas: a osteopatia não substitui diagnóstico médico, exames ou tratamentos prescritos, e os resultados podem variar de pessoa para pessoa. Em caso de sinais de alarme (dor intensa súbita, febre, perda de força, alterações neurológicas, perda de peso), a avaliação médica deve ser prioritária.

Qual é a diferença entre um fisioterapeuta e um osteopata?

Fisioterapia e osteopatia podem ser complementares, mas têm enquadramentos e métodos diferentes. A fisioterapia foca-se sobretudo na reabilitação e na melhoria da função através de exercício terapêutico, educação, treino de movimento e, quando indicado, técnicas manuais. É muito usada em recuperação pós-lesão, pós-operatório, dor musculoesquelética e alterações da marcha. A osteopatia é uma abordagem que privilegia a avaliação global e o trabalho manual sobre mobilidade e tensões dos tecidos, adaptando as técnicas ao contexto e à idade (por exemplo, osteopatia infantil e osteopatia para bebés). Na prática, a escolha depende do motivo de consulta e do que a avaliação clínica indicar. Em muitos casos, faz sentido articular: fisioterapia para reabilitação ativa e osteopatia como apoio manual, sempre com objetivos claros e realistas.